Feira gastronômica reúne produtos preparados por mães solo refugiadas e migrantes na UFRR
Feira gastronômica reúne produtos preparados por mães solo refugiadas e migrantes na UFRR - Foto: Divulgação

Produtos preparados e comercializados por 50 mães solo refugiadas e migrantes serão apresentados nesta quinta-feira (27), durante uma feira gastronômica em Boa Vista. O evento começa às 16h, no Parlatório do Bloco 1 da Universidade Federal de Roraima (UFRR), ao lado do Centro de Ciências Administrativas e Econômicas (Cadecon). A entrada é gratuita.

A feira integra a programação de encerramento da quinta turma do projeto Mujeres Fuertes. Durante o evento, as participantes vão apresentar receitas de seus países de origem, compartilhando sabores e conhecimentos adquiridos ao longo de seis meses de formação em empreendedorismo gastronômico.

A iniciativa também busca fortalecer a gastronomia como ferramenta de geração de renda e construção de autonomia financeira para as mulheres participantes. 

Capacitação para geração de renda

Ao longo do projeto, as mães receberam capacitações em gastronomia, empreendedorismo, educação financeira, vendas no ambiente digital, fidelização de clientes, formalização de negócios e empoderamento feminino.

Em julho, elas também receberam kits de equipamentos e capital semente para colocar em prática os conhecimentos adquiridos e fortalecer seus negócios.

Segundo a coordenadora do Mujeres Fuertes, Ana Vasconcelos, a feira encerra uma etapa de formação e permite que as participantes apresentem os produtos, testem os conhecimentos adquiridos e tenham contato direto com possíveis clientes.

“Estamos falando de mulheres que fortaleceram a autoestima, conquistaram novas ferramentas e agora passam a enxergar novas possibilidades para a própria vida e para suas famílias”, destacou.

O projeto é realizado pelo Instituto Hermanitos, com recursos provenientes de reversão trabalhista do Ministério Público do Trabalho no Amazonas e em Roraima (MPT-AM/RR), em parceria com a Agência da ONU para Refugiados (ACNUR) e apoio do Tribunal Regional do Trabalho da 11ª Região (TRT-11).

ReportagemRedação

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