Motorista condenado por tráfico após ser flagrado com skunk na rodoviária é preso em Boa Vista
Foto: Polícia Civil

Um motorista de 27 anos foi preso nesta terça-feira (11), no bairro Santa Tereza, em Boa Vista, para cumprir uma pena de sete anos, 10 meses e 15 dias de prisão por tráfico de drogas. A prisão foi realizada pela Polinter (Delegacia de Polícia Interestadual), após a condenação se tornar definitiva.

Segundo a Polícia Civil, o homem foi localizado por investigadores da unidade e preso em cumprimento a um mandado de prisão definitiva expedido pela Justiça. 

Droga foi encontrada em mochila

O crime ocorreu em novembro de 2024, na Rodoviária Internacional de Boa Vista. De acordo com o processo, uma testemunha contou aos policiais que o homem havia oferecido drogas para venda.

Após a testemunha recusar a compra, o homem deixou o local e entrou em um ônibus que estava prestes a sair da rodoviária. Durante a abordagem, ele apresentou inicialmente um nome falso aos policiais militares.

Um funcionário da empresa de transporte entregou aos policiais uma mochila que pertencia ao passageiro. Dentro dela, foram encontrados 216,46 gramas de maconha do tipo skunk.

Os policiais também localizaram um documento de identificação na mochila e conseguiram confirmar a identidade do suspeito. Na época, uma consulta aos sistemas policiais apontou ainda que havia um mandado de prisão em aberto contra ele.

Questionado sobre a droga, o homem afirmou que havia comprado o entorpecente por R$ 1 mil e que pretendia levá-lo para São João da Baliza, no Sul de Roraima, onde faria a venda.

Após a investigação, o Ministério Público de Roraima (MPRR) apresentou denúncia. Ao final do processo, o motorista foi condenado definitivamente a sete anos, 10 meses e 15 dias de prisão, em regime fechado, pelo crime de tráfico de drogas.

Condenado foi levado para audiência de custódia

A prisão desta terça-feira foi coordenada pelo delegado da Polinter, Vinícius Souza. Após ser localizado, o condenado foi apresentado nesta quarta-feira (12) à audiência de custódia.

A prisão foi mantida e ele permanece à disposição da Justiça para cumprir a pena. “A atuação da Polinter também é voltada ao cumprimento das decisões judiciais. Neste caso, localizamos o condenado e cumprimos a ordem de prisão, contribuindo para que a pena determinada pela Justiça seja efetivamente cumprida”, afirmou o delegado.

ReportagemRedação

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