Um homem de 40 anos, condenado por tráfico de drogas, foi preso na terça-feira (11), no bairro Santa Tereza, em Boa Vista. A informação foi divulgada nesta quinta. Ele foi localizado por investigadores da Polícia Civil de Roraima após a Justiça expedir um mandado para o cumprimento da pena.
A prisão foi realizada pela Polinter (Delegacia de Polícia Interestadual), sob coordenação do delegado Vinicius Gonçalves, após os policiais confirmarem as informações sobre a ordem judicial.
A condenação é resultado de uma ocorrência registrada em 18 de maio de 2023, quando o homem foi preso em flagrante por tráfico de drogas durante uma investigação da DRE (Delegacia de Repressão a Entorpecentes).
Investigação começou no Parque do Rio Branco
Na época, os policiais monitoravam a região do Parque do Rio Branco quando identificaram movimentação relacionada à venda de drogas. Durante a ação, os investigadores viram uma mulher entregar entorpecentes ao homem, que estava caracterizado como mototaxista.
As diligências levaram à identificação de outras cinco pessoas suspeitas de envolvimento na venda de drogas. Segundo a investigação, o grupo atuava de forma coordenada e tinha funções divididas para comercializar os entorpecentes.
Durante o interrogatório, o homem confessou que vendia drogas e afirmou que escondia parte dos entorpecentes na roupa íntima.
Condenação
Pelo tráfico de drogas, o homem foi condenado a sete anos, três meses e 15 dias de prisão, em regime semiaberto.
Após ser localizado nesta terça-feira, ele foi levado à sede da Polinter para formalização da prisão. Nesta quarta-feira (12), passou por audiência de custódia, quando a prisão foi homologada.
Em seguida, o condenado foi encaminhado ao sistema prisional para cumprir a pena.
Segundo o delegado Vinicius Gonçalves, a Polinter também atua na localização de pessoas condenadas que ainda precisam cumprir determinações judiciais.
“Essa prisão é resultado do trabalho contínuo da Polícia Civil, que acompanha o cumprimento das decisões judiciais e atua para localizar pessoas condenadas que ainda precisam cumprir suas penas”, destacou.










