Fotos das redes sociais de Patrik Adhan, Raniely Carvalho e Adrielly Vivianny Araújo | Foto: redes sociais

Os perfis de influenciadores presos na Operação Mantus não estão mais visíveis nas redes sociais. Ao buscar pelos nomes dos investigados, a reportagem não encontrou as contas, que deixaram de aparecer nos resultados das plataformas. A Polícia Civil de Roraima prendeu oito pessoas na segunda-feira (27), e cumpriu 11 mandados de busca e apreensão em bairros de Boa Vista. A investigação aponta que o grupo utilizava redes sociais para divulgar plataformas ilegais de apostas, conhecidas como “jogo do tigrinho”.

Entre os perfis que não aparecem estão os da comunicadora Raniely Carvalho, de 39 anos, que mantinha mais de uma conta, e de Adrielly Vivianny Araújo de Jesus, de 29 anos.

Também não é mais possível localizar os perfis de Amanda Lourenço Faria, de 28 anos, Laís Ramos Gomes da Silva, de 31 anos, Patrik Adhan dos Santos Ribeiro, de 27 anos, Vitória Reis da Silva, de 26 anos, e Gildázio Cardoso, de 25 anos.

Segundo a investigação, os influenciadores publicavam conteúdos com promessas de ganhos rápidos para atrair seguidores e direcionar usuários às plataformas. O grupo teria movimentado cerca de R$ 260 milhões em dois anos. A Justiça determinou o bloqueio de valores e o sequestro de bens que podem chegar a R$ 68 milhões. Durante a operação, foram apreendidos celulares, documentos, veículos e outros itens.

O inquérito apura suspeitas de estelionato, lavagem de dinheiro e associação criminosa. A análise do material apreendido deve orientar as próximas etapas da investigação.

Entenda o caso

A Polícia Civil investigou por cerca de 18 meses a atuação de um grupo que utilizava redes sociais para divulgar plataformas de apostas online. Segundo a apuração, os influenciadores exibiam ganhos considerados elevados para atrair seguidores e incentivar apostas.

O esquema teria movimentado aproximadamente R$ 260 milhões em dois anos, valor que corresponde ao fluxo financeiro identificado nas contas ligadas aos investigados. A Justiça autorizou o bloqueio de até R$ 68 milhões em bens e valores.

ReportagemRedação

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