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Foto: Agência Brasil

Roraima registrou saldo positivo de 1.068 empregos com carteira assinada em setembro de 2026. Foram 5.060 contratações e 3.992 demissões no período, segundo dados do Novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Novo Caged), divulgados pelo Ministério do Trabalho e Emprego nesta quarta-feira (4).

O resultado representa uma recuperação em relação a agosto, quando o estado havia criado 246 postos formais. Com o desempenho de setembro, Roraima alcançou 87.739 vínculos de trabalho ativos e registrou crescimento de 1,23%, o terceiro maior avanço proporcional entre os estados brasileiros no mês.

O setor de serviços foi responsável pela maior parte das vagas, com saldo de 818 empregos, equivalente a 76,6% do total. O comércio apareceu em segundo lugar, com 196 postos, seguido pela indústria, com 32, e pela construção, com 31. A agropecuária foi o único setor que registrou resultado negativo, com nove demissões a mais que contratações.

Boa Vista concentra maioria das vagas

A capital respondeu por 1.012 dos 1.068 empregos gerados em setembro, o equivalente a aproximadamente 95% do saldo estadual. Entre os demais municípios, Alto Alegre registrou 22 novas vagas, Rorainópolis teve 20 e Cantá contabilizou nove.

Os dados também mostram que as mulheres tiveram maior participação no saldo de empregos, com 687 vagas, enquanto os homens responderam por 381 postos.

Por faixa etária, os jovens de 18 a 24 anos registraram o maior saldo positivo, com 431 empregos. Em relação à escolaridade, trabalhadores com ensino médio completo responderam por 835 vagas.

Roraima registra crescimento de 4,54% no ano

Entre janeiro e setembro de 2026, Roraima acumulou crescimento de 4,54% no estoque de empregos formais, o segundo maior avanço proporcional do país, atrás apenas do Amapá, que registrou 7,75%.

No Brasil, setembro terminou com saldo positivo de 121.305 empregos com carteira assinada, resultado de aproximadamente 2,21 milhões de admissões e 2,09 milhões de desligamentos.

No acumulado dos nove primeiros meses do ano, o país criou 1,24 milhão de postos formais, crescimento de 2,65%.

O Novo Caged acompanha mensalmente as admissões e os desligamentos de trabalhadores com carteira assinada. O saldo corresponde à diferença entre contratações e demissões, não ao número total de pessoas contratadas.

FonteCaged
ReportagemRedação

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