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Após alcançarem máximas históricas no mercado internacional, os preços do ouro e da prata passaram por forte correção, refletindo um movimento de realização de lucros por investidores depois de semanas de intensa valorização. As informações são do InfoMoney.

Em apenas um pregão, o ouro acumulou queda de aproximadamente 8%, voltando a ser negociado abaixo de US$ 5 mil por onça. Já a prata registrou recuo ainda mais expressivo, com perdas superiores a 20% durante o dia — uma das maiores retrações diárias do metal desde a crise financeira de 2008.

A queda acontece após um rali que levou o ouro a se aproximar de US$ 5,6 mil por onça e impulsionou a prata a novos recordes. O avanço dos metais vinha sendo sustentado pela busca de investidores por ativos considerados mais seguros diante de incertezas econômicas e tensões geopolíticas globais.

Analistas apontam que mudanças nas expectativas sobre a política monetária dos Estados Unidos e o fortalecimento do dólar também influenciaram o recuo das cotações, já que commodities negociadas na moeda norte-americana tendem a sofrer pressão nesses cenários.

Com o movimento, parte dos ganhos acumulados ao longo da forte alta recente foi devolvida ao mercado, interrompendo temporariamente a trajetória de valorização observada ao longo de 2025.

A oscilação dos metais acompanhou ajustes em outros ativos financeiros, em um cenário de realocação de investimentos após um período de ganhos acelerados.

Assim, o mercado viveu dois momentos distintos em sequência: a escalada que levou ouro e prata a recordes históricos e, logo depois, uma correção rápida que reduziu significativamente os preços em curto espaço de tempo.

 

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