O ex-jogador de basquete, Oscar Schmidt, morreu nesta sexta-feira, 17, aos 68 anos, em São Paulo. Conhecido como “Mão Santa”, ele passou mal e foi socorrido ao Hospital e Maternidade Municipal Santa Ana, em Santana do Parnaíba, mas não resistiu. O atleta convivia com um tumor cerebral desde 2011.
A morte foi confirmada pela assessoria, que destacou a trajetória do ex-atleta e o período de mais de 15 anos de enfrentamento da doença. Em nota, a família informou que a despedida será restrita a parentes, em cerimônia privada.
Oscar é apontado como um dos maiores nomes da história do basquete mundial. Pela seleção brasileira, conquistou três títulos sul-americanos, o ouro nos Jogos Pan-Americanos de 1987 e o bronze no Mundial de 1978. Também teve carreira destacada em clubes do Brasil e do exterior.
Nos últimos meses, o ex-jogador passou por uma cirurgia e não compareceu a uma homenagem do Comitê Olímpico do Brasil, no Rio de Janeiro, sendo representado pelo filho. Além do câncer, ele também foi diagnosticado com arritmia cardíaca em 2014.
Em 2022, declarou que não daria continuidade ao tratamento contra o tumor. Mesmo assim, seguiu participando de eventos e acompanhando o basquete.
Oscar deixa a esposa, Maria Cristina Victorino, e dois filhos. Ele era irmão do apresentador Tadeu Schmidt e tio do campeão olímpico Bruno Schmidt.
Com 49.737 pontos, foi por décadas o maior pontuador da história do basquete, superado em 2024 por LeBron James. Também é o maior cestinha da história das Olimpíadas e detém recordes em Campeonatos Mundiais e Jogos Pan-Americanos.










