A VINCI Airports, concessionária responsável pelo aeroporto de Boa Vista, divulgou nesta sexta-feira (22/05), Dia Internacional da Biodiversidade, dados de um levantamento que reúne registros de quase quatro mil animais encontrados nas áreas dos aeroportos administrados por ela na Amazônia.

O estudo amplia o conhecimento sobre biodiversidade nos sítios aeroportuários. O trabalho reúne catalogação de fauna e flora, parcerias científicas e iniciativas voltadas à preservação ambiental nos sítios aeroportuários da Amazônia.

Ao todo, foram registrados 3.966 animais e 144 espécies vegetais nos aeroportos administrados pela rede.

Em Boa Vista, o levantamento identificou 313 registros de espécies animais e 22 espécies vegetais. Entre os dados catalogados, há espécies classificadas como vulneráveis pelo Ministério do Meio Ambiente, reforçando a importância do acompanhamento ambiental realizado nas áreas aeroportuárias.

Os levantamentos integram ações permanentes de gestão ambiental conduzidas pela concessionária, em parceria com universidades, centros de pesquisa e instituições especializadas. O objetivo é ampliar o conhecimento sobre os ecossistemas presentes nos aeroportos e contribuir para estratégias de conservação da biodiversidade amazônica.

Além do monitoramento ambiental, a VINCI Airports mantém acordos veterinários para acolhimento e tratamento de animais resgatados durante operações aeroportuárias. Os animais silvestres recebem acompanhamento até estarem aptos à reintrodução na natureza, enquanto os domésticos são encaminhados para adoção responsável.

Outra frente de atuação envolve o combate ao tráfico de animais silvestres e à biopirataria. A Concessionária firmou parceria com a Wildlife Conservation Society para fortalecer ações preventivas nos aeroportos da rede. A colaboração prevê protocolos de comunicação interna e apoio técnico para identificação e encaminhamento de ocorrências relacionadas ao tráfico de fauna.

A concessionária também desenvolve iniciativas voltadas ao aproveitamento científico de materiais biológicos coletados durante as operações aeroportuárias. Carcaças de animais domésticos e silvestres são destinadas a universidades e instituições de pesquisa para estudos acadêmicos em áreas como genética, taxonomia, saúde populacional e monitoramento ambiental.

Para o gerente do aeroporto de Boa Vista, Rovaldo Veloso, “as iniciativas demonstram como a operação aeroportuária pode caminhar junto com a preservação ambiental”, disse.

“A biodiversidade amazônica faz parte da identidade da nossa região e cuidar desse patrimônio também é uma responsabilidade dos aeroportos. Esse trabalho de catalogação e monitoramento fortalece a preservação ambiental, contribui para pesquisas científicas e amplia o conhecimento sobre as espécies presentes nos sítios aeroportuários. Em Boa Vista, temos avançado com ações alinhadas à sustentabilidade e ao desenvolvimento responsável da Amazônia”, acrescentou.

FonteVinci Airports

Deixe seu comentário

Please enter your comment!
Please enter your name here