Segundo o delegado Matheus Rezende, a formalização da denúncia foi determinante para o avanço da investigação. Durante a apuração, a polícia identificou que o suspeito teria enviado, em um grupo de WhatsApp, uma figurinha contendo imagem de exploração sexual envolvendo criança.
Um dos integrantes do grupo registrou a tela e encaminhou o material às autoridades, contribuindo diretamente para o andamento do caso.
Durante o cumprimento do mandado, um perito do Instituto de Criminalística Perito Dimas Almeida acompanhou a equipe e realizou a coleta do celular do investigado.
O aparelho foi encaminhado para perícia, que fará a extração e análise dos dados armazenados para identificar a extensão do material e possíveis conexões com outros envolvidos. De acordo com o delegado, não está descartada a ampliação da investigação a partir dos resultados periciais.
O inquérito apura crimes previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente, especialmente os artigos 241-A e 241-B, que tratam do compartilhamento e da posse de material pornográfico envolvendo crianças e adolescentes.O caso segue sob sigilo para preservar as investigações e a integridade das vítimas.









