O Atracúrio é usado para intubação de pacientes internados em UTI (Foto: Divulgação)

Um homem suspeito de estocar irregularmente o medicamento controlado “Atracúrio” para vendas é denunciado pelo Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR) pois o produto é fornecido exclusivamente para redes hospitalares, sendo proibida a comercialização e foi adquirido de estabelecimento sem licença da autoridade sanitária competente.

No último dia 29 de março deste ano, Policiais da FICCO (Força Integrada de Combate ao Crime Organizado) receberam informações de que o acusado realizava a comercialização do medicamento na própria residência, no bairro Jardim Floresta.

Segundo as investigações, a medicação era anunciada à venda por meio das redes sociais, principalmente pelo aplicativo de mensagens Whatsapp.

Durante a abordagem os agentes encontraram em uma geladeira, 01 (uma) caixa do medicamento Besilato de Atracúrio, fabricante Tracur, contendo (25) vinte e cinco ampolas de 2,5 ml, lote L20090338, fabricado em 09/2020 com validade até 03/2022. O Atracúrio é usado para intubação de pacientes internados em UTI.

A Denúncia assinada pelo Promotor de Justiça Madson Carvalho,  diz que o homem admitiu que comprou o medicamento em Manaus sem apresentação de nota fiscal e sem a licença da autoridade sanitária competente, configurando comércio clandestino.

PRISÃO

O acusado está preso preventivamente e responderá pelo crime tipificado no artigo 273, §1º-B, inciso VI do Código Penal, por vender, expor à venda, ter em depósito para vender ou, de qualquer forma, distribuiu ou entregou a consumo do produto corrompido, adulterado ou alterado e adquirir de estabelecimento sem licença da autoridade sanitária competente. A pena pode chegar a 03 anos de reclusão.

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