O ditador da Venezuela, Nicolás Maduro, voltou a falar sobre a anexação de Essequibo, e disse que “mais cedo ou mais tarde” seu regime conseguirá. Desde 2023, Maduro tem alimentado tensões com o governo da Guiana. No país está localizada a região de Essequibo, que ocupa dois terços do território guianense e é reivindicada pelo regime chavista.
Em abril de 2024, Maduro assinou uma lei que anexa Essequibo, rica em recursos naturais, à Venezuela. Na prática, nada mudou até o momento. Durante encontro com o presidente da Guiana, Irfaan Ali, o secretário de Estado dos EUA fez alerta contra possível ataque venezuelano ao país.
Em um comunicado, Maduro celebrou o aniversário de um ano da promulgação da “Lei Orgânica para a Defesa de Essequibo”, que buscou anexar o território localizado na Guiana ao da Venezuela. Legislação que, até o momento, não teve efeitos práticos.
O ditador afirmou que a legislação é um “instrumento jurídico fundamental”, para que a Venezuela possa recuperar os “direitos históricos da nossa Guiana do Essequibo”.
“Mais cedo ou mais tarde, com inteligência, ousadia e estratégia, conseguiremos”, disse o herdeiro político de Hugo Chávez.