Foto: Ascom PCRR

Um gari de 52 anos foi preso preventivamente nesta quarta-feira, 25, suspeito de estuprar duas adolescentes no bairro Cidade Satélite, zona oeste de Boa Vista. A prisão foi cumprida pela Polícia Civil de Roraima, após investigação que reuniu indícios de abusos contra a enteada, de 13 anos, e uma amiga dela, de 12.

Segundo a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente, o homem se aproveitava da convivência familiar para se aproximar das vítimas e cometer os crimes. As apurações indicam que ele submetia as adolescentes a situações de constrangimento e exposição, incluindo a exibição de conteúdo pornográfico.

“Pela informação que recebemos da vítima, a linha de pensamento do acusado era fazer com que as duas adolescentes normalizassem algo repugnante como normal, sempre as constrangendo e ameaçando”, afirmou a delegada Kamilla Basto.

De acordo com a investigação, em um dos casos, o suspeito levou a enteada para um passeio, ofereceu bebida alcoólica e, em seguida, praticou atos de natureza sexual. Em outro episódio, ele teria abordado a amiga da adolescente dentro da residência e cometido a violência, além de ameaçá-la para que não relatasse o ocorrido.

O caso começou a ser apurado no dia 15 de março, quando familiares procuraram a polícia. A denúncia partiu após um menino de 10 anos, irmão de uma das vítimas, relatar à mãe o comportamento do suspeito.

“A partir da denúncia, a equipe da DPCA iniciou imediatamente as diligências investigativas, realizando oitivas, coleta de elementos informativos e análise detalhada dos relatos”, disse a delegada.

As investigações apontam que, em um dos casos, o suspeito levou a enteada para um passeio, ofereceu bebida alcoólica e, em seguida, praticou atos de cunho sexual. Em outro episódio, ele teria abordado a amiga da adolescente dentro da residência e cometido a violência, além de ameaçá-la para que não contasse o ocorrido.

“O enteado do acusado, uma criança de 10 anos, ao presenciar o comportamento dele com a irmã, relatou à mãe o que estava acontecendo e ela, após conversar com a filha e ter a confirmação, procurou a Polícia. A partir da denúncia, a equipe da DPCA iniciou imediatamente as diligências investigativas, realizando oitivas, coleta de elementos informativos e análise detalhada dos relatos”, detalhou a delegada.

Com base nas provas reunidas, Kamilla Basto representou pela prisão preventiva, que foi deferida pelo Poder Judiciário. Após a expedição do mandado, os policiais civis realizaram diligências para localização e captura do investigado.

Na sede da DPCA, o homem foi interrogado e usou o direito de ficar em silêncio. O mandado de prisão dele foi formalizado e, na manhã desta quinta-feira ele foi encaminhado para Audiência de Custódia.

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