Foto: Divulgação/FAB

Desde o início das ações das Forças Armadas na Terra Indígena Yanomami (TIY), em 2023, o volume de operações aéreas aumentou significativamente. No aeródromo Surucucu, no município de Alto Alegre (RR), por exemplo, houve o aumento de três para até 50 movimentações diárias.

Neste contexto, no dia 18 de março, o Comando Conjunto Catrimani II participou da 1ª Reunião Colaborativa de Segurança Operacional. Empresas de aviação civil que prestam serviço para órgãos governamentais organizaram o encontro em consonância com normatização da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). A Casa de Governo no Estado de Roraima também participou do evento. O objetivo da reunião foi discutir a segurança nas operações aéreas, a fim de criar um acordo operacional, reduzindo os riscos envolvidos.

Os principais aspectos da discussão foram a infraestrutura das pistas, condições adversas de clima, comunicação e procedimentos de aproximação e decolagem. Além dos representantes das empresas, militares integrantes do Comando Conjunto Catrimani II também fizeram exposições sobre o tema. Novas reuniões devem ocorrer para que seja elaborado o Acordo Operacional, que vai contribuir com o aumento da segurança.

A Operação Catrimani II é uma ação conjunta entre órgãos de Segurança Pública, Agências e Forças Armadas, em coordenação com a Casa de Governo no Estado de Roraima, em cumprimento à Portaria GM-MD N° 5.831, de 20 de dezembro de 2024, que visa agir de modo preventivo e repressivo contra o garimpo ilegal, os ilícitos transfronteiriços e os crimes ambientais na TIY.

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