Aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social têm até 14 de fevereiro para contestar descontos indevidos em seus benefícios e aderir ao acordo de ressarcimento. Até agora, 6,2 milhões de beneficiários registraram questionamentos e 4,1 milhões já receberam a devolução, que soma R$ 2,8 bilhões pagos.
O prazo havia terminado em novembro, mas foi prorrogado após a estimativa de que cerca de 3 milhões de pessoas ainda não haviam procurado o órgão. Segundo o presidente do INSS, Gilberto Waller, o processo segue aberto até meados de fevereiro. “Quem ainda não fez a consulta ou o questionamento tem até o final da primeira quinzena de fevereiro para questionar ou aderir ao acordo para receber”, afirmou em entrevista ao A Voz do Brasil.
A contestação pode ser feita por três canais: aplicativo ou site Meu INSS, no serviço “Consultar Descontos de Entidades Associativas”; Central 135, com ligação gratuita de segunda a sábado, das 7h às 22h; e atendimento assistido nas agências dos Correios. No aplicativo, basta marcar a opção “Não autorizei o desconto” para registrar o pedido.
O INSS informou que ações judiciais e cautelares resultaram no bloqueio de valores para recompor os cofres públicos, incluindo R$ 2,8 bilhões em uma primeira medida e R$ 3,5 bilhões em outra. A apuração aponta recursos concentrados em contas ligadas a associações responsáveis pelos descontos, com valores apreendidos destinados ao ressarcimento.









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