A candidata ao Senado Helena da Asatur (PSD) apresentou como uma das propostas para o setor produtivo a ampliação dos investimentos na agricultura familiar em Roraima. O plano prevê a busca por recursos para aquisição de máquinas e equipamentos, adoção de novas tecnologias, pesquisa e capacitação de produtores rurais.
Segundo Helena, a intenção é dar continuidade e ampliar ações desenvolvidas durante o mandato de deputada federal, com foco no aumento da produção e da renda das famílias que vivem no campo.
“Quero ampliar os investimentos para que o produtor tenha acesso a máquinas, tecnologia e conhecimento para produzir mais e ter mais renda. A agricultura familiar movimenta a economia dos municípios e precisa estar entre as prioridades do nosso trabalho no Senado”, afirmou.
A candidata também defende ampliar parcerias com instituições de pesquisa, como a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), para aproximar novas tecnologias dos produtores.
“Vamos buscar mais recursos e fortalecer as parcerias com instituições como a Embrapa para que a pesquisa chegue ao campo. O produtor precisa ter condições de aplicar novas técnicas, melhorar sua produção e encontrar caminhos para gerar renda dentro do próprio estado”, disse.
Recursos para o setor
Durante o mandato de deputada federal, Helena destinou recursos para ações ligadas à agricultura familiar em Roraima, incluindo aquisição de máquinas e equipamentos, pesquisa, tecnologia e assistência aos produtores.
Entre os investimentos divulgados pelo mandato estão caminhões, caçambas, tratores e tratoritos destinados ao apoio à produção e ao escoamento. A parlamentar também direcionou recursos à Embrapa Roraima para projetos de pesquisa e transferência de tecnologia.
Uma das iniciativas apoiadas é voltada à cajucultura e envolve mulheres produtoras de Bonfim e Normandia. O trabalho inclui o cultivo do cajueiro-anão precoce, capacitação e aproveitamento dos produtos derivados do caju. Também foram desenvolvidas ações relacionadas ao cultivo de cacau.
As iniciativas alcançaram integrantes da Associação das Mulheres Rurais de Normandia (Asmurn) e da Associação Reviver de Moradores Indígenas de Bonfim (ARMISMBRR), com atividades como curso para produção de cajuína.
Os investimentos também contribuíram para a retomada do Festival do Caju, em Bonfim, após 25 anos de interrupção. O evento voltou a ser realizado como espaço de divulgação da produção e geração de renda para agricultores da região.










