Foto: PCRR

A Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) da Polícia Civil de Roraima (PCRR) cumpriu na manhã desta quarta-feira, dia 24, um mandado de prisão em desfavor do auxiliar de estoque T.D.T, de 22 anos, acusado de estuprar a própria irmã, de 10 anos. O homem foi localizado e preso no bairro Laura Moreira, Zona Oeste de Boa Vista.

De acordo com o delegado, Matheus Rezende, o crime chegou a conhecimento da PCRR, após a vítima revelar os abusos durante uma ação da campanha maio laranja, que é nacionalmente difundida para conscientização e enfrentamento ao abuso e à exploração sexual de crianças e adolescentes.

Percebendo a vulnerabilidade em que a vítima se encontrava, a direção pedagógica da escola em que ela frequentava emitiu um relatório escolar, e a partir disso o conselho tutelar foi imediatamente acionado para realizar apurações preliminares. Com isso, a DPCA foi comunicada pelo Conselho, no dia 15 deste mês, ocasião em que foi registrado um B.O (Boletim de Ocorrência). As investigações revelaram que a criança era abusada corriqueiramente desde os nove anos de idade. Além disso, um laudo pericial, emitido pelo IML (Instituto de Medicina Legal), confirmou a conjunção carnal, o que corroborou com as informações prestadas pela vítima.

O investigado, segundo o delegado, aproveitava-se do momento em que ficava a sós com criança para cometer o crime. Em um dos episódios de abuso mais recentes, há cerca de duas semanas, a vítima foi coagida enquanto se preparava para ir à escola.

Após a denúncia do crime, a DPCA representou imediatamente pela prisão preventiva do investigado pelo crime de estupro de vulnerável. O pedido foi deferido pelo Poder Judiciário, que expediu o mandado de prisão. Na manhã desta quarta-feira, dia 24, foi dado cumprimento à ordem judicial, ocasião em que o acusado foi localizado e preso.

O homem foi encaminhado à sede da DPCA para formalização da prisão, e posteriormente será apresentado na audiência de custódia para então ser recolhido no sistema prisional.

O delegado destacou que a rede de proteção tem atuado de forma integrada e eficiente, seguindo fluxos de atendimento bem definidos entre os órgãos envolvidos. Segundo ele, essa articulação tem sido fundamental para assegurar o acolhimento das vítimas, fortalecer a qualidade das investigações e possibilitar a identificação, responsabilização e prisão de criminosos sexuais.

FonteAscom PCRR

Deixe seu comentário

Please enter your comment!
Please enter your name here