Foto: Divulgação/MS

O Ministério da Saúde mobilizou, esta semana, uma equipe de emergência para reforçar o atendimento no polo base de Surucucu, na Terra Indígena Yanomami, em Roraima. Essa ação é uma resposta aos casos de coqueluche entre crianças.

Também foram enviados especialistas do Programa de Treinamento em Epidemiologia do SUS. A equipe tem experiência no controle de surtos de doenças infecciosas.

O Distrito Sanitário Especial Indígena confirmou oito casos de coqueluche, com três mortes de crianças, sob investigação.

A coqueluche é uma infecção respiratória, contagiosa, causada por uma bactéria e que aparece em crises de tosse seca.

Ao todo, 50 profissionais vão fazer a busca ativa por novos casos, coletar material para análise clínica e reforça a vacinação infantil em aldeias vizinhas.

Entre 2022 e 2025, as crianças com menos de um ano de idade, com o Esquema Vacinal Completo, quase dobrou, chegando a cerca de 58%.

Entre os menores de cinco anos, esse índice passou de cerca de 52% para 73% no mesmo período.

Até agora, duas crianças que estavam com coqueluche já receberam alta após atendimento em hospitais na capital, Boa Vista, e retornaram para as comunidades. As outras, com suspeita da doença ou que tiveram contato com os pacientes, seguem em tratamento.

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