Deputado Marcos Jorge (Republicanos). Foto: Eduardo Andrade/ SupCom ALE-RR.

O debate sobre a próxima legislatura da Assembleia Legislativa de Roraima começa, inevitavelmente, a passar por um nome entre os que tem chances reais de reeleição: Marcos Jorge (Republicanos). Ex-ministro de Estado, deputado estadual em exercício e político de perfil técnico, ele reúne hoje algo raro na política local: experiência administrativa, produção legislativa consistente e disposição clara para liderar.

Ao longo do mandato como deputado estadual, Marcos Jorge construiu uma atuação que vai além do discurso. Desde o início da legislatura, apresentou projetos estruturantes, com foco em desenvolvimento econômico, fortalecimento do turismo, valorização da cultura, apoio ao produtor rural e modernização do Estado. Não são propostas de ocasião, mas iniciativas alinhadas a quem conhece a máquina pública por dentro, e sabe como fazê-la funcionar.

Essa bagagem pesa. E pesa a favor. Ter sido ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços deu a Marcos Jorge uma visão estratégica que poucos parlamentares estaduais possuem. Ele entende orçamento, sabe negociar institucionalmente, conhece os limites e as possibilidades do Executivo e, sobretudo, compreende o papel do Legislativo como ponte entre a sociedade, o governo e o setor produtivo.

Na Assembleia, sua postura tem sido marcada por equilíbrio. Marcos Jorge não atua como um deputado de embates vazios, nem se limita ao papel burocrático. Atua com diálogo, articulação e respeito institucional, características essenciais para quem pretende um dia presidir o Parlamento estadual.

Outro ponto que reforça sua credibilidade é a coerência de atuação. Seja na defesa do turismo como vetor econômico, na valorização da advocacia, no apoio a instituições culturais ou na cobrança por melhorias em áreas essenciais, Marcos Jorge mantém uma linha clara de trabalho: desenvolvimento com responsabilidade e visão de longo prazo. Isso transmite segurança aos colegas parlamentares e ao próprio Estado.

Há também um fator político inegável: Marcos Jorge demonstra interesse legítimo em pavimentar esse caminho, sem atropelos, construindo pontes e acumulando capital político de forma gradual. Diferentemente de projetos personalistas, sua possível candidatura à presidência da Assembleia surge como consequência natural de um mandato ativo e qualificado.

Destaco aqui, alguns dos projetos apresentados pelo parlamentar, neste mandato:

  • Projeto que propõe desconto de até 10% no IPVA para pagamento em cota única.

  • Projeto que garante isenção de taxas cartorárias para registro de títulos definitivos decorrentes de regularização fundiária, beneficiando famílias de baixa renda e pequenos produtores.

  • Projetos de incentivo e fomento à cultura e ao esporte, incluindo a restauração da Casa da Cultura Madre Leotávia Zoller.

  • Indicações para concurso público e programas sociais ligados ao Corpo de Bombeiros Militar de Roraima e auxílio alimentação para servidores públicos.

Roraima vive um momento em que a Assembleia precisa ser protagonista, e não apenas reativa. Precisa liderar debates, qualificar o processo legislativo e fortalecer sua imagem diante da sociedade. Nesse cenário, Marcos Jorge não aparece como aposta, mas como opção madura.

Se a reeleição à Assembleia exige experiência, visão institucional e capacidade de articulação, ele demonstrou reunir todos esses requisitos. O caminho está sendo pavimentado, com trabalho, estratégia e presença.

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