A Polícia Civil de Roraima (PCRR) apreendeu 156,25 kg de skunk, seis fuzis calibre 7,62 mm, duas pistolas Glock e prendeu seis pessoas durante a Operação Narke 3, realizada entre 15 e 30 de março. A ação, coordenada pela Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP), contou com a participação do Departamento de Narcóticos (DENARC) e da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), além do apoio de delegacias do interior.
As prisões ocorreram em Boa Vista, Amajari, São João da Baliza e Caroebe, além de um desdobramento interestadual em Humaitá (AM). Entre os materiais apreendidos também estavam munições, dinheiro e celulares.
Em Boa Vista, A.C.L. foi preso com nove invólucros de cocaína, um de skunk, R$ 530 e um celular. Em Amajari, A.G.S. foi detido com 90 mudas, sementes e invólucros de cannabis, uma espingarda calibre 20, munições e pólvora. Em São João da Baliza, M.A.R. foi preso com quatro invólucros de maconha, R$ 354, uma balança de precisão e um celular. No mesmo município, R.A.M.S. foi detido com uma arma artesanal calibre 20, cartuchos e dois celulares.
Em Caroebe, R.B.L. e M.P.S.J. foram presos com espingardas calibre 28 e 26 cartuchos. Já em Humaitá (AM), J.M.O., caminhoneiro de 58 anos, foi flagrado transportando 156,25 kg de skunk, seis fuzis, duas pistolas e munições. O material foi encaminhado à Polícia Federal em Porto Velho (RO).
O delegado Júlio César da Rocha destacou a necessidade de ações estratégicas para combater o narcotráfico em Roraima. “A crescente presença de facções criminosas, incluindo duas brasileiras e duas venezuelanas, reforça a necessidade de ações mais estratégicas e eficazes para fazermos frente no combate ao narcotráfico no Estado de Roraima”, afirmou.
Além das prisões e apreensões, a operação mapeou rotas do tráfico e intensificou o rastreamento do dinheiro ilícito. “Além da apreensão de drogas, este ano o foco é rastrear o dinheiro e desarticular a base financeira do crime”, acrescentou o delegado.
Marcus Albano, diretor do Departamento de Polícia Especializada (DPE) e coordenador da operação em Roraima, reforçou a importância da repressão ao tráfico. “A repressão qualificada ao tráfico de drogas é essencial para reduzir a criminalidade e melhorar a segurança da população. Estamos empenhados em desarticular as redes criminosas e retirar entorpecentes e criminosos das ruas”, concluiu.