Mapa geológico da bacia do Tacutu, em Roraima. Arte: reprodução.

O deputado Gabriel Picanço (Republicanos) usou a tribuna da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), nesta terça-feira (25), para falar sobre a exploração de petróleo e gás natural na Bacia do Tacutu, no interior de Roraima. O parlamentar disse que o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, anunciou que, até novembro, deve ser incluída no leilão de exploração, para que empresas interessadas possam oferecer lances e, futuramente, explorar a região.

As discussões começaram em Brasília e se estenderam para uma audiência pública na ALE-RR no segundo semestre de 2024, com a participação de ministérios, universidades e especialistas no assunto.

Deputado Gabriel Picanço (Republicanos). Foto: Marley Lima/ SupCom ALE-RR.

“Para nossa alegria, o ministro de Minas e Energia, que veio a Roraima na última semana, anunciou que está aberto o chamamento para as empresas interessadas na Bacia do Tacutu, e em novembro devem ser anunciadas as vencedoras do edital. Isso significa que centenas de oportunidades de emprego serão geradas, e queria apenas repercutir que sempre estamos trabalhando e fazendo a nossa parte para que Roraima cresça, se desenvolva e dê oportunidade de trabalho para seus filhos”, reforçou Gabriel.

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Soldado Sampaio (Republicanos), destacou que incluiu no orçamento estadual a destinação de recursos para que a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Roraima (Faperr) “apoie o departamento de Geologia da Universidade Federal de Roraima [UFRR] a iniciar os estudos que fortaleçam essa bandeira importante que é a exploração de petróleo na Bacia do Tacutu”.

Para o deputado Marcos Jorge (Republicanos), o anúncio do leilão para a bacia roraimense é uma entrega concreta para o Estado. Ele felicitou o deputado federal Gabriel Mota (Republicanos) e comentou que a questão está caminhando mais rápido do que ele esperava.  “Lógico que é um processo longo, não é de hoje para amanhã, mas precisava começar. Há petróleo na Guiana, onde a exploração é feita com tecnologia brasileira, e somos vizinhos”, destacou.

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