Foto: Ricardo Stuckert/Divulgação

O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), viaja para o Egito nesta segunda-feira (14) para participar da COP27, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas. A expectativa é de que, durante o evento, ele anuncie nomes para a área ambiental.

Na quarta-feira (16), Lula participa, às 11h do Egito (6h de Brasília), do evento “Carta da Amazônia – uma agenda comum para a transição climática”. Ele estará com os governadores Antônio Waldez, do Amapá, Gladson Cameli, do Acre, Mauro Mendes, do Mato Grosso, Helder Barbalho, do Pará, Wanderlei Barbosa, do Tocantins, e Marcos Rocha, de Rondônia. Às 17h15, horário do Egito (12h15 horário de Brasília), Lula faz o seu pronunciamento na COP27, na área da ONU.

No dia seguinte, quinta-feira (17), às 10h no horário local (5h horário de Brasília), Lula se encontra com representantes da sociedade civil brasileira, e, às 15h (10h horário de Brasília), com o Fórum Internacional dos Povos Indígenas/Fórum dos Povos sobre Mudança Climática.

 

Na sexta-feira (18), Lula segue para Portugal, onde tem encontro com autoridades portuguesas. Ele retorna ao Brasil no fim de semana.

O presidente eleito viajará ao lado da futura primeira-dama, a socióloga Janja, do ex-chanceler Celso Amorim e de Fernando Haddad.

A deputada federal eleita por São Paulo Marina Silva chegou ao evento no último dia 9. Ela estava acompanhada de Sônia Guajajara, ex-coordenadora executiva da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil, e de Célia Xakriabá, liderança indígena de Minas Gerais.

Marina, integrante do governo de transição e ex-ministra do Meio Ambiente, é cotada para voltar à pasta no novo governo. A ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira também é um dos nomes cotados para ocupar um posto de destaque na área ambiental.

Compromissos de governo

Lula foi convidado para ir à COP27 primeiro pelo governador reeleito do Pará, Helder Barbalho (MDB), em nome do Consórcio de Governadores da Amazônia Legal. Na sequência, recebeu o chamado da Organização das Nações Unidas (ONU) e do presidente do Egito, Abdul Khalil El-Sisi.

A expectativa é de que o presidente eleito aproveite a ocasião para reforçar os seus compromissos de governo com a agenda ambiental. O desmatamento da Amazônia foi um dos temas de interesse internacional durante as eleições presidenciais.

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